25 de fev de 2010

CONTINUAÇÃO A HISTORIA DO PENTECOSTALISMO

                            DANDO CONTINUIDADE...

No seculo XIX, a ciencia medica avançava lentamente e pouca ajuda oferecia aos que se achavam gravemente enfermos. A fé no poder miraculoso de Deus para a cura fisica era acolhida em alguns circulos. Na Alemanha do século XIX, os ministerios que resaltavam a oração pelos os infermos (especialmente os de Dorothea Trudel, Johann Cristoph Blumhardt e Otto Stockmayer ) chamavam a atenção dos norte-americanos. A teologia da santidade, com sua crença na purificação instantanea do pecado ou no revestimento de poder do Espirito Santo, produzio um Ambiente receptivo aos ensinos da cura imediata atraves da fé.
      Para muitos cristãos, o batismo no Espirito restaura plenamente o relacionamento espiritual que adão e eva tinham com Deus no jardim do Edem. De modo significante, a vida mais sublime em Cristo podia, tambem, inverter os efeitos físicos da queda. capacitando os cristãos a adquirir autoridade sobre as enfermidades do corpo. Os defensores da cura divina, tais como Charles C. Cullis, A. B Simpson, A. J. Gordon, Carrie Judd Montgonery, Maria B. Woodworth, Etter e John Alexander Dowie, baseavam boa parte dessa crença em Isaias 53; 04-05, bem como nas promessas neotestamentarias de cura divina. Posto que Cristo não somente perdoava pecados, mais tambem curava as enfermidade, os que viviam pela fé nas promessas de Deus Ex: 15; 26. já não precisavam de assistencia médicas. Caso lançassem mão desta, estariam demonstrando falta de fé.
      As caracteristicas cada vez mais pentecostais do movimento da santidade deixavam seus adeptos dispostos a considerar os dons do Espirito na vida da igreja. Embora a maioria deles cresse que o falar noutras linguas tivesse cessadona igreja primitiva, os demais dons, inclusive a cura miraculosa, estavam á disposição dos cristãos. Apartir daí somente a incredulidade poderia impedir fosse a igreja do Novo Testamento restabelecida em santidade e poder.
      Quando porém o pregador Wesleyano radical da santidade, Benjamin Hardin Irwin, começou, em 1895, a ensinar sobre as três obras da graça, os problemas começaram a surgir. Segundo Irwin, A segunda benção iniciava a santificação, e a terceira trazia o batismo do amor ardente ( o batismo do Espirito Santo ). A maior parte do movimento da santidade condenava essa terceira benção, classificando-a como heresia ( a qual entre outras coisas, criava o problema das evidencias distintivas entre a segunda e a terceira benção). Não obstante, a noção que Irwin Possuía de uma terceira obra da graça, o revestimento de poder no serviço cristão firmou-se como alicerce do movimento pentecostal.


                                    CONTINUA....

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